Vou me posicionar acerca dos últimos fatos jornalísticos. O diploma não é mais necessário para se exercer a carreira de Jornalista. Bom, espero que não vejam como comodismo da minha parte, mas pouco me importa. Não torci para que caísse a exigência, mas já que caiu, caiu. Não acho que seja o fim do mundo.
Sim, o mercado vai ficar mais concorrido. Sim, vai ficar mais saturado do que já está. Confuso, um pouco zoneado. Tudo isso. Ok.
Mas eu tenho um pequeno defeito. Auto-confiança no meu potencial como jornalista, desde os 7 anos de idade. Nossa meta tem que ser sempre o topo. Se não alcançá-lo, don't worry! Ficará apenas um ou dois degraus abaixo.
Queria, talvez por um momento, ter uma visão de vida que me permitisse debater o assunto no âmbito em que a maioria está, mas não a tenho. As vezes até me sinto mal por não estar "desesperado". Não sou melhor nem pior do que os indivíduos que possuem uma outra posição sobre o tópico. Só acho que quem é bom, realmente, sempre terá mercado. SEMPRE!
A busca por excelência e conhecimento irá sempre existir por parte dos veículos de comunicação. Em um determinado momento poderão pagar para um estágiário fazer o trabalho de um profissional (o que já acontece há séculos, e agora "oficializou"). No entanto, vai por mim; se você for bom e tiver o dom, pagarão para você!
Porém, questionam-me: e se sou bom e ainda sim for preterido por um estágiário? Aí, das duas uma: ...(risos) Ficaste subentendido o complemento, não?
Sempre dou uma folheada virtual no Estadão. De hoje em diante, passarei a admirar ainda mais esse jornal. Através da campanha que vocês verão abaixo (que nada tem a ver com a questão do diploma), ele consegue ilustrar em 1 minuto todo o meu "pouco caso" com a decisão do STF. Tranquilidade, vida que segue. Play hard, go pro!
Um abraço!


